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Perfect Balance


Não foi há muito tempo que me deparei com a realidade de que não queria estar no ponto que tanto lutei para alcançar. Não estava bem, não tinha a mesma alegria, a mesma garra, os mais dramáticos poderão até dizer que estava a entrar num estado depressivo, os optimistas vão dizer que foi só uma má fase. Fosse lá o que fosse, a verdade é que não me reconhecia na minha realidade, não me revia na minha postura, e tinha perdido o brio ao que estava ao meu redor.
Surgiu então uma angústia de não saber se devia ir ou ficar, pior, uma angústia por não saber para onde ir. É uma sensação terrível ficar sem rumo, ficar sem objectivos, sem certezas, sem motivos para continuar a batalhar no dia-a-dia.
Aliado a isto sentia-me inútil e incompetente, como não tinha motivação para melhorar, limitei-me a suportar, enquanto tentava descobrir o caminho certo a trilhar. Tive avanços e recuos, boas escolhas, más escolhas, e a jornada até saber qual o caminho certo estava só a começar. As incertezas de perder o rumo quando chegas a onde pensaste que querias estar são demolidoras, fazem-te questionar tudo e mais um par de botas. Mas há uma certeza que é o primeiro degrau de uma mudança de vida, é a certeza de que ali não queremos estar, que aquele não é o rumo certo. A partir daqui é sempre a desbravar caminho.
Já me cruzei com pessoas na minha vida que passam a vida a queixar-se do dia a dia que têm, algumas não têm hipótese de mudança, mas muitas não estão dispostas a arriscar. Eu acho que vale a pena arriscar, acho que é preciso uma coragem imensa para voltar atrás e começar do zero, sei que as incertezas sobre se estamos, desta vez, a ir na direcção certa podem ser esmagadoras, mas acredito que a vida é demasiado curta para a passarmos a fazer algo que não nos completa ou, pelo menos, que nos perturba. Admiro quem tem a coragem de se questionar, de dar dois passos atrás, mais ainda se for a sua conta e risco, como foi uma caso, sem bóias de salvação. Mas, essencialmente, tenho a certeza que é preciso procurar o que nos faz felizes, seja no trabalho, no amor, na vida em geral. Quem não está bem deve mudar-se, parece cliché mas não é, só de nós depende sermos mais e mais felizes, e as desculpas não consolam ninguém.
dezembro 12, 2017 No comentários

Chegaram os brinquedos da Becopets cá a casa! Sou apaixonada pelo conceito da marca, mal lhe pus a vista em cima. A Becopets é uma empresa inglesa que procura produzir, de forma sustentável, brinquedos e acessórios eco-friendly para animais de companhia.
A partir de materiais naturais ou reciclados surgem brinquedos super giros, resistentes e não tóxicos. Quando se trata da saúde dos nossos patudos é um descanso saber que não estão a ingerir toxinas, já que 90% do tempo os brinquedos estão na boca.
A minha Shanti tem um "problema" gravíssimo com roer coisas, não há cá Cocker Spaniel bebé que a bata, com dentes de gato já me levou a um prejuízo gigante, por isso tento ter cá por casa bonecos para ela se distrair. Escusado será dizer que quem cá entra em casa pode perguntar-se seriamente se não tenho filhos, é que são bolas e peluxes, e varas coloridas pela casa, e ela lá se entretém...


Comprei várias coisas:
 Mal as pus em cima da cama, a Shanti atracou-se às varas, por isso tive que a expulsar temporariamente do quarto. Isto não é tudo para ela, não sou louca, está? Ora vejamos:


Para a Leia (cadela do meu namorado, para contextualizar):
Já tinha feito o teste com bonecos de vários tamanhos, e o que ela mais gostou foram os de tamanho M, por isso mandei vir um Teddy. A bola vai ser uma experiência, porque ela adora e destrói tudo o que é bolas, vamos lá ver quanto tempo sobrevive. 
Comprei ainda os Beco Bags, são sacos para as fezes, biodegradáveis, grandes e resistentes, o que é um descanso saber que não se vão romper a meio do trajecto para o caixote do lixo. O "ovinho" cor-de-rosa, é o BecoPocket, serve como dispensador dos sacos e pode acoplar-se à trela. Por curiosidade, o BecoPocket não é do plástico habitual, é feito a partir de uma resina produzida à base de casca de arroz e bambu, amigo do ambiente e bastante resistente!


Para o Zeca (gato do meu namorado) e para a Shanti:
O Zeca não liga muito a brinquedos, até porque a Leia torna-se ligeiramente possessiva em relação a tudo o que é bonecada, por isso experimentei levar-lhe uma vara de madeira para ver como reagia. A verdade é que adorou, nunca o vi tão entusiasmado com um brinquedo, por isso não havia dúvidas que lhe ia comprar uma.
Para a Shanti, como vos disse em cima, a ideia é distraí-la ao máximo, por isso comprei um peluxinho que ela já tinha adorado, o elefante em tamanho S, comprei a vara de madeira com a joaninha que ela também adorou, e um osso, a ver se deixa de roer tanto as minhas coisas e rói mais as dela.

Moral da história, foi um fartote para a Shanti mal recebeu os bonecos. Até a Laurinha, com os seus 17 anos, saiu da cama para brincar com a Joaninha. 
Se estiverem a pensar em comprar alguma coisa como prenda de Natal para os vossos bichinhos, ficam aqui algumas sugestões. 




dezembro 11, 2017 No comentários

Com o tempo comecei a apreciar as pessoas que não fingem que está tudo bem. Poderá haver uma mágoa associada a situações que terminam mal, e temos a hipótese de fingir que ultrapassámos (e que eventualmente se torna real), ou assumir que aceitámos mas não esquecemos.
Costumava achar que fingir que está tudo bem é bom, porque eventualmente ficamos bem, mas a verdade é que não fica "tudo bem". Surge uma paz aparente, a fase da em que fingimos que nos é indiferente torna-se numa mistura suave com a aquela fase em que realmente já não nos interessa, mas não fica tudo bem. O chato é que, assim que chegámos à conclusão que não nos incomoda mas que, ainda assim, não queremos que fique "tudo bem", já fingimos que estávamos resolvidos, já sorrimos cinicamente, já assumimos que a vida seguiu em frente e que não nos importamos mais. Ora quando uma situação termina mal e há sentimentos realmente feridos, podemos até não nos importar com o presente, mas já perdemos o carinho ao passado, portanto que se lixe, não temos que sorrir e ser simpáticos.
Pessoas que insistem que não está tudo bem, nem vai ficar, pelo menos não têm que sorrir quando não querem, assumem declaradamente que nada, mas mesmo nada, vai voltar ao que era, e por isso não têm que fazer sacrifícios em prole da paz aparente. Claro que nestes casos a mágoa transforma-se em indiferença mas nem damos por isso, simplesmente porque não vamos dizer "olha agora já me estou a marimbar para ti, mas vou continuar com a minha antipatia porque simplesmente já és tão pouco importante que não me apetece privar contigo". Assumimos que o carinho desapareceu e não ficou muito mais que valha a pena ser cultivado. É um alívio, não há espaço para questionar se o "desamor" é real, simplesmente já não há nada, o bom foi esquecido, arquivado, poderá ou não ser relembrado, mas não tem peso, não lhe é dada importância. O mau, foi suficientemente forte para acabar com tudo o resto, por isso merece ficar. Afinal só as coisas realmente fortes perduram, não é?

A foto? Calmaria, pôr-do-sol... Numa altura em que a tempestade Ana veio para nos tirar a paz é sempre bom relembrar que há alturas em que tudo está tranquilo.

dezembro 10, 2017 No comentários

Tenho andado para fazer falafel há imenso tempo. Adoro os típicos bolinhos de grão de Israel, mas a minha tendência é sempre tentar fazer versões mais saudáveis das receitas originais, por isso surgiu esta receita. Se gostam de falafel, de pastéis, de comida vegetariana/vegana em geral, estou confiante que vão gostar deste prato.

Vão precisar de:
  • 3 copos (de +- 200ml) de grão mal cozido
  • 1 cebola crua triturada
  • 6 dentes de alho esmagados
  • 4 colheres de chá de coentros em pó
  • 4 colheres de chá de salsa seca picada
  • 1 colher de chá de cominhos
  • 1 colher de chá de paprika
  • sal e pimenta cayenna a gosto
para acompanhar: alho, azeite, espinafres e tomate cherry ou chucha mini, e sal a gosto.


Tinha grão seco em casa, que demolhei durante 12 horas, e depois cozi brevemente só em água, sem sal (se não encruava). Depois guardei no frigorífico até decidir fazer esta receita. 

Esta parte é chata, mas depois para fazer o falafel é bastante simples. Basta colocarem o grão na 1-2-3 e ir triturando (à medida que forem triturando vão pondo para um alguidar). Quando o grão tiver todo triturado juntem a cebola picada, os alhos esmagos e os restantes ingredientes. No fim juntem meio copo de água e misturem tudo. Eu usei a batedeira dos bolos até ficar mais ou menos homogéneo.
Por fim, é só fazer umas bolinhas, do tamanho que desejarem, e colocarem num tabuleiro que dê para ir ao forno. Eu decidi pincelar com azeite para ficarem mais crocantes, e foram ao forno até ficarem douradinhos.

Para acompanhar salteei espinafres e tomate em azeite com alho. Ficou uma óptima combinação. Experimentem e dêem-me feedback, espero que gostem!


dezembro 08, 2017 No comentários
Gostava de abrir este espaço de partilha de literatura. Os livros que leio e me inspiram irei partilhar por aqui. Hoje começo com um dos meus livros favoritos, e nada melhor para o apresentar que um excerto do mesmo:




São muitas as passagens que poderia transcrever desde primeiro livro que hoje vos apresento. São tantas que acho até injusto partilhar apenas esta. No entanto, foi das partes que mais me confirmou o quanto este livro é extraordinário.
Comprometida é o livro que se segue ao best seller "Comer, Oras e Amar" da Elizabeth Gilbert. É uma continuação da sua história de amor, mas mais do que isso, é uma reflexão profundamente bem estrutura e fundamenta do casamento. Elizabeth vê-se em determinada altura, por motivos legais, obrigada a casar com o companheiro (de nacionalidade brasileira), caso contrário este não poderá voltar a entrar nos Estados Unidos, país onde Elizabeth vive. Este livro advém de uma aversão profunda a este segundo casamento imposto agora pelo estado. Não se trata de uma aversão à união em sim, mas sim ao contrato público nele adjacente. 

Liz Gilbert embarca, assim, numa viagem sobre todos os aspectos do casamento, explica-nos a sua origem, partilha o que descobre sobre o casamento em diferentes culturas, esmiúça as fraquezas e dificuldades de uma união para a vida. O resultado é uma reflexão extremamente interessante sobre os aspectos históricos, sociológicos e humanos do casamento.
Este livro transformou em vários aspectos a minha maneira de ver o casamento e as relações amorosas em geral, e acho que toda a gente que se propõe a partilhar a sua vida, seja casado ou não, com outra pessoa deveria este livro. É uma lição de vida, por isso decidi partilhá-lo aqui. Penso que não teve tanto sucesso como o "Comer, Orar e Amar", talvez por ser menos romanceado, mais espiritual, de pesquisa e reflexão, mas na minha opinião é tão ao mais interessante que o primeiro.
dezembro 08, 2017 No comentários


A altura do Natal é sempre sensível para a nossa conta bancária, e se forem apaixonados por compras como eu ainda pior. Não sou nada fã de centros comerciais a abarrotar, mas adoro coisas novas e adoro dar presentes.
Adoro tanto dar presentes que a minha tendência é sempre gastar mais dinheiro nos presentes do que deveria despender. Por isso este ano adoptei algumas técnicas para controlar o monstro consumista que há em mim, ora vejamos:

  1. Primeiro que tudo, a organização é a chave. Elaborar uma lista das pessoas a quem temos que dar prendas, não convém esquecer ninguém importante.
  2. Hierarquias: Será que temos que dar uma prenda grande a toda a gente? Acho que não. Temos pessoas realmente de base na nossa vida, essas com certeza merecem um pouco mais de atenção, depois temos aquelas pessoas que são importantes para nós e, por isso, queremos mimar, mas talvez nesse caso faça mais sentido arranjar um miminho mais simbólico.
  3. Estabelecer um (ou vários) budget(s): Temos que saber quanto podemos gastar em prendas de Natal, se não facilmente perdemos o fio à meada e acabamos a gastar todo o subsídio de Natal. Por isso, definimos um Bugdet geral: Posso gastar X em prendas de Natal. E depois particularizamos, dividimos consoante as prendas que queremos dar. Se fizermos isto vai ser muito mais fácil não arrasarmos a conta poupança ao som de um Ho ho ho!
Quanto à escolha das prendas, eu pessoalmente gosto de comprar com cuidado, escolher algo que se identifique com a pessoa em questão, comprar só por comprar a mim aborrece-me e entristece-me. Por isso, definido o budget individual faço uma lista das possíveis prendas que poderei oferecer. Vejo alguns sites online, o que me permite não perder um dia inteiro tipo sardinha em lata no Vasco da Gama e ir directamente à loja certa. (Podem sempre comprar online, se fizerem as coisas com antecedência, não tem sido o meu caso). Lembrem-se de escolher mais do que uma opção de prenda, pois poderá não existir aquele artigo que idealizaram e depois lá vão vocês correr loja em loja, aos encontrões, procurar uma alternativa - correm o risco de não comprar nada do que queriam, gastar mais dinheiro porque estão sobre pressão e ganhar um ataque de nervos.
E lembrem-se, não é o dinheiro que se gasta numa prenda que mostra o quanto gostamos de alguém, é o cuidado na escolha do presente. O Natal é, para mim, uma época essencialmente de família e companheirismo, por isso, a ênfase nas prendas deverá ser cada vez menor. Façam uns embrulhos giros (mas simples! nada de gastar mais no embrulho que na prenda) e juntem umas palavras carinhosas que demonstrem o vosso afecto, et voilá! Têm o presente perfeito.
dezembro 07, 2017 No comentários

Nesta nova fase em que estou a tentar pôr a carne e o peixe de lado, sinto um entusiasmo enorme em tentar novas receitas. Há dois anos já tinha tentado fazer uns hambúrgueres vegetarianos, mas confesso que não fui muito bem sucedida. Desta vez, fui ver algumas receitas e depois tentei fazer qualquer coisa que pudesse ser saborosa, e não é que me sai bem? São adocicados e muito saborosos. Ricos em proteína e hidratos de carbono, é impossível não ficar saciada com esta receita.



Ingredientes:

  • 300g de grão cozido
  • 1 batata doce média
  • 1 cenoura pequena
  • 1 cebola pequena
  • 2 dentes de alho grandes
  • 1/2 colher de café de flocos de chili
  • 1/2 colher de café de paprika
  • 1 colher de chá de salsa seca (também pode ser fresca)
  • Pimenta preta a gosto
  • Sal q.b.
Cozer a batata doce, até ficar bem mole (podem cozer com casca porque depois ela sai com muita facilidade), e reservar. 

Ligar o forno para o pré-aquecer. A temperatura vai depender do vosso forno, como o meu não é muito potente pus no máximo.

Optei por grão cozido porque era mais rápido, mas podem usar grão cru e cozer. Caso optem pelo grão de conserva confiram sempre nos ingredientes, não deverá ter mais nada além de água e sal. 
Coloquem na trituradora a cebola e o alho, triturem e reservem. Também poderão optar por picar à mão, principalmente se gostam de sentir os bocadinhos da cebola. 
Triturem também o grão até ficar uma pasta homogénea. Por fim, triturem a cenoura crua (descascada). 
Num alguidar ou taça grande, juntem a todos os ingredientes, à excepção do sal. Com um esmagador de batata esmigalhem tudo até ficar numa pasta mais ou menos homogénea, juntem o sal a gosto, e voltem a homogeneizar.

Agora é só fazer bolinhas e prensar para que fiquem com formato de hambúrguer. Coloquem os hambúrgueres num tabuleiro forrado com papel vegetal. No fim, quando estiverem todos os hambúrgueres no tabuleiro poderão decorá-los com sementes de linhaça que são ricas em omega 3. Antes de porém o tabuleiro no forno salpiquem com azeite (só um bocadinho, ajuda a que fiquem mais estaladiços).

Vão vendo como estão a ficar, a massa não é muito consistente por isso o ideal é que eles fiquem com uma casquinha mais ou menos tostadinha para que não se desfaçam. Ao fim de algum tempo, poderão virá-los, com o auxílio  de uma espátula, para que tostem dos dois lados.


junho 05, 2017 No comentários

Se há coisa que me chateia é ficar em casa num fim de semana com sol e bom tempo, devo ter bicho carpinteiro ou algo do género, mas não consigo ficar sossegada, por isso ando sempre a inventar coisas novas para fazer e sítios novos para conhecer. Além disso tenho uma paixão particular por fotografia, por isso decidi juntar o útil ao agradável e começar a partilhar algumas das minhas aventuras. 

Hoje decidi ir visitar a 87ª edição da Feira do Livro de Lisboa. Esta feira deixou de ser só um ajuntamento de livreiros, é agora um evento de dimensões consideráveis, que alia a literatura, os comes e bebes, e ainda espaços para descontracção e convívio. Considerada como a "maior feira do livro de sempre" este evento conta com 122 participantes, 286 pavilhões (número recorde) e mais marcas editoriais do no último ano.  
O espaço de restauração foi aumentado, e há para todos os gostos:








A feira estava muito movimentada. Com o espaço e as estruturas, a Feira do Livro tornou-se num sítio perfeito para passar um domingo em família, para namorar, para ir à "caça" das grandes promoções ou poupar meia dúzia de euros nas últimas novidades literárias. Dos mais velhos aos mais novos, sozinhos, em grupo ou em família, e até com o cão, foram inúmeras as pessoas que optaram por este programa. O ambiente era descontraído, as filas para pagamento dos livros andavam a velocidade considerável, e as pessoas pareciam satisfeitas.






Havia ainda espaços dedicados às crianças, além da literatura infanto-juvenil bem presente no espaço. Entre colchões insufláveis, sessões de leitura de livros infantis, banquinhas para trabalhos manuais, não faltava diversão para os mais pequenotes. Bom também é parar para observar as famílias bem dispostas, os pais bricalhões com paciência infinita para brincar com os papagaios de papel, e  todos aqueles que se sentam na relva a ler, descansar ou conversar.



A Feira do Livro de Lisboa vai continuar no Parque Eduardo VII até dia 18 de Junho. Quer seja à procura das últimas novidades, em busca de edições específicas e raras, só para tentar encontrar uma "pechincha", ou só para aproveitar a boa energia do espaço, petiscar e passar um bom bocado, aconselho que visitem e desfrutem do bom tempo que a capital nos vai proporcionar nos próximos dias. Vale a pena!

junho 04, 2017 No comentários

A receita original não é minha, é da Deliciously Ella, mas alterei-a um pouco.

Receita para 2 pessoas - Ingredientes;
  • 40g de Quinoa branca
  • 1 c. sopa de tamari
  • 1/2 beringela
  • 12 cogumelos inteiros
  • 2 dentes de alho
  • 1 c. chá de açafrão
  • 1 c. chá de flocos de chili
  • 3 c. sopa de azeite
  • 3 c. sopa de vinagre
  • 100g de espinafres
Para o molho:
  • 3 c. sopa de azeite
  • 1 c. sopa de vinagre
  • 2 c. sopa de mel
  • 1/2 c. chá de açafrão
Para o puré de batata doce:
  • 1 batata doce grande
  • 1 dente de alho picado
  • Sumo de limão q.b.
  • Sal q.b.
  • Bebida vegetal a gosto

Cozer a quinoa em 200 ml de água, com meia colher de tamari, durante 12 a 15 minutos.

Descascar a beringela e cortar em tiras fininhas, e laminar os cogumelos.

Picar o alho e colocar numa frigideira, juntamente com o açafrão, os flocos de chili e o azeite, e deixar cozinhar durante 1 minuto, sem deixar que o alho fique escuro. Juntar os cogumelos laminados, as tiras de beringela, com o restante tamari e o vinagre, deixando cozinhar até que os cogumelos fiquem cozinhados. Juntar os espinafres e deixá-los cozinhar.

Entretanto cozer a batata doce e, assim que estiver bem cozida, retirar a casca. Numa tigela esmagar a batata doce com um garfo, e juntar os restantes ingredientes a gosto.

Assim que a quinoa estiver cozinhada, juntar aos cogumelos. Regar com o molho.

Servir com Rúcula Selvagem, que pode ser temperada com este molho de mel, fica muito bom.





junho 03, 2017 No comentários

Ingredientes:
  • 1 cenoura média
  • 1/2 fatia de uma abóbora média
  • 2 colheres de sopa de despertar de buda maca e baunilha
  • 1 colher de sopa de farinha de aveia
  • 1 ovo e 1 clara
  • 2 colheres de chá de iogurte grego magro
  • 1 colher de café de fermento em pó
  • Stevia a gosto
Receita:
Triturar a cenoura, a abóbora, o ovo e a clara com a varinha mágica. Quando estiver numa mistura homogénea, adicionar os restantes ingredientes. Depois é só pôr nas forminhas e levar ao forno. A temperatura e a duração depende do forno, no meu teve que ser no máximo e fui espreitando para ver quando já estavam cozinhados.



março 26, 2017 No comentários

Hoje trago-vos duas receitas, uma delas não é propriamente uma novidade. Mas acima de tudo trago um desafio. Assim de repente gostava que pensassem qual destes mugcakes vos parece mais calórico, e depois quando chegarem ao fim do post confirmam se estavam certos. 


Mugcake de Aveia & Whey de Cookies&cream

Ingredientes:
  • 2 c. sopa de aveia triturada
  • 1 c. sopa de whey de cookies&cream
  • 1 c. chá de sementes de chia
  • 1 ovo
  • 2 c. chá de iogurte grego magro
  • 1 c. café de fermento
A preparação é o habitual, misturar tudo e colocar no microondas dois minutos na potência máxima.
Em baixo têm informação nutricional:


Energia (Kcal)HC (g)dos quais açucares (g)Gordura (g)da qual saturada (g)Proteína (g)
Aveia74,0011,200,201,600,262,40
Whey Cookies&Cream93,504,201,553,100,8511,00
Chia7,400,80NI0,600,060,40
Iogurte grego magro34,004,204,000,250,053,85
Ovo65,000,340,344,371,405,50
1 dose273,9020,746,099,922,6223,15



Mugcake de Aveia & Whey de Cookies&cream

Já tinha posto uma receita semelhante a esta aqui. Mas neste receita em vez de usar um ovo, usei duas claras. Além disso trago-vos informação nutricional.

Ingredientes:



  • 1 c. sopa polvilho doce
  • 1 c. sopa de whey de cookies&cream
  • 1 c. sopa de cacau magro em pó
  • 2 claras
  • 2 c. chá de iogurte grego magro
  • 1 c. café de fermento
Mais uma vez a preparação é igual ao anterior, misturar tudo e colocar no microondas dois minutos na potência máxima.

Em baixo têm informação nutricional:

Energia (Kcal)HC (g)dos quais açucares (g)Gordura (g)da qual saturada (g)Proteína (g)
Polvilho doce34,000,850,000,050,050,08
Whey Cookies&Cream93,504,201,553,100,8511,00
Cacau33,001,600,201,100,702,40
Iogurte grego magro34,004,204,000,250,053,85
Claras34,000,420,460,120,007,20
1 dose228,5011,276,214,621,6524,53

Surpreendidos? Eu à partida pensaria que o de cacau fosse o mais calórico, uma pessoa pensa em cacau, associa ao chocolate e fica logo um bocadinho assustada. Além de que tem o polvilho doce. Obviamente, que o segundo não tem um ovo inteiro mas sim duas claras, o que altera bastante a quantidade de gordura e as calorias. Está aqui uma prova de que pequenas diferenças alteram significativamente o valor nutricional dos alimentos e que, por isso, devemos ter em atenção o que usamos consoante as nossas necessidades.

Espero que tenham gostado.
fevereiro 12, 2017 No comentários
Quem está farto da típica salada mista? Pois é, enjoa comer sempre a mesma coisa. Hoje trago duas sugestões de salada que podem usar como acompanhamento. A primeira por vezes como sozinha com uma sopa, porque já tem alguma proteína, mas a segunda está fraquinha neste nutriente. 

Ingredientes para uma pessoa:
  • Canónigos q.b.
  • Rúcula Selvagem q.b.
  • Mozarella fresca light (1/4)
  • 3 Nozes
  • 4 Tomate cherry
Informação nutricional para 1 pessoa:


Energia (Kcal)HC (g)dos quais açucares (g)Gordura (g)da qual saturada (g)Proteína (g)
Canónigos9,000,500,100,200,100,80
Rúcula selvagem2,900,260,020,020,010,33
Mozarella light41,750,40NI2,25NI5,00
Nozes78,001,650,307,830,741,83
Tomare Cherry12,003,481,800,120,030,60
1 dose143,656,292,2210,420,888,56


Ingredientes para uma pessoa:
  • Alface icebergue q.b.
  • 1/2 Pêra rocha
  • Cebola Crocante 10g
  • 3 Nozes

 Informação nutricional para 1 pessoa:


Energia (Kcal)HC (g)dos quais açucares (g)Gordura (g)da qual saturada (g)Proteína (g)
Alface Icebergue13,001,601,600,100,000,70
Pêra48,0012,838,140,100,000,32
Cebola crocante59,004,200,254,400,300,60
Nozes78,001,650,307,830,741,83
1 dose198,0020,2810,2912,431,043,45

Os valores nutricionais são valores aproximados, só para terem uma ideia da composição analítica das receitas.
São fáceis de fazer, rápidas e permitem-nos variar um bocadinho. Vou trazer-vos mais sugestões.



fevereiro 11, 2017 No comentários
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Sobre mim

Sobre mim
O equilíbrio perfeito é aquele te faz feliz, que te permite encontrar plenitude física e emocional. Acredito nisto com todo o meu coração. Sou formada em Medicina Veterinária e estudante de Psicologia. Aqui partilho algumas sugestões para um estilo de vida saudável (física e mental)!

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